domingo, 1 de janeiro de 2012

Ela: “Nas profundezas de minhas paixões sinceras, onde não existe o ecoar das palavras, mora a minha força mais bruta. Cada vez que me abala a dúvida, com os poros em descompasso eu sei que ela está viva, devo dizer que estou livre apenas onde não há palavras, devo dizer que eu aperto, eu mesmo, minhas amarras, cada vez que eu explico o que dizem os meus olhos, cada vez que corro para longe de mim , cada vez que falam mais alto os contratos. E eu, eu sou uma selva sou a mesma mata serena que amedronta ao cantar da lua, sou uma deusa plena que tem medo de ser nua,estou procurando velas para não estar sem trilha, e apago com paixão velas brasas, para não deixar de ser selva nunca.”

Um comentário:

Virgínia Sampaio disse...

Sua alma e flor que desabrocha e redesabrocha sem fim, bela amiga.
Beijo no coracao. Feliz 2012 e pouco pra vc.
Feliz vida e o que voce merece!!!!!!